domingo, 12 de maio de 2013
Turismo Restaurante Lounge em Barcelos
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Valência
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Primeiras impressões de Nova Iorque

Foi uma viagem de mulheres e por isso incluiu muitas daquelas coisas que só as mulheres gostam de fazer, como compras, experimentar cosméticos e visitar sítios super importantes para a cultura mundial como a fachada da casa da Carrie(SATC feelings!).
Duas imagens vão ficar para sempre marcadas na minha memória: a vista do Empire State Building e as vistas da ponte de Brooklym. Dois clichés em Nova Iorque que valeram cada minuto do meu tempo e cada cêntimo do meu dinheiro.
Subir ao Empire State Building fo a pimeira coisa que eu fiz com 30 anos! Acordamos bastante cedo e saímos do hotel antes das nove, o que não foi muito difícil já que o jet leg nos fazia acordar por volta das 4h todos os dias, assim evitamos filas e confusões para subir ao topo do famoso edifício evitando o principal contra de visitar o Empire State Building: filas de horas e muita confusão.
Lá em cima eu não sabia se tirava fotos ou apreciava a paisagem, cada detalhe maravilhava-me e fazia-me pensar que eu precisava tirar mais fotos para guardar para sempre o quanto aquela vista era magnifica. Como era cedo tivemos tempo para tudo e tiráramos fotos até cansar e apreciamos cada detalhe daquela vista única. Olhar o mundo ali de cima faz-nos acreditar que tudo é possível, que nós somos grandes suficientes para realizar mesmo os maiores dos sonhos.
E ali ficamos por bastante tempo apreciando as formiguinhas amarelas que lá de cima se transformavam os famosos táxis nova iorquinos. Agora a curiosidade de conhecer o Top of the Rock é ainda maior, já que quase todas as opinioes que li e quase todas as pessoas que já visitaram Nova Iorque aconselharam-me a não ir ao Empire State Building mas sim ao Top of the Rock dizendo que as vistas eram melhores e as filas menores, se eu já fiquei maravilhada com o Empire não sei mesmo o que esperar do Top of the Rock.
O passeio de Sábado de manhã pela ponte de Brooklym deixou outras das imagens mais memoráveis desta viagem. O dia estava lindo apesar de frio, o céu muito azul e o sol a brilhar muito forte. O passadiço pedestre de madeira acolhia os turistas e os locais que faziam os seus exercícios habituais.
Nós no nosso passo de turista ora parávamos para apreciar as vistas ora parávamos para tirar as fotos e num piscar de olhos estávamos do outro lado com a alma mais leve quer pela beleza da paisagem quer pelo sol que brilhava forte e nos aquecia. Chegadas ao outro lado andamos meio que perdidas, sentámos no Broklyn Bridge Park a apreciar Manhattan Dowtown e a beber um chocolate quente antes de regressar a Manhattan.
Foram muitos os passeios em Nova Iorque que vao ficar na memoria mas esses dois sao sem duvida obrigatorios e muito impactantes.
Nos proximos posts vou contar com mais detalhes alguns outros passeio e deixar algumas dicas.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Museu Hergé - o pai do Tintim (visita rápida desde Bruxelas)
Com um dia livre em Bruxelas e tendo já visitado os pontos principais da cidades, resolvi ir conhecer o Museu Hergé, que foi inaugurado em 2009 e fica numa pequena cidade a 30 km de Bruxelas, a 1h10m de viagem de comboio.

Achei o museu muito interessante, principalmente, porque não tinha um conhecimento muito aprofundado sobre Hergé e a sua obra e ao visitar o museu senti como se tivesse a ser levada pela mão e estivesse a ser apresentada primeiro ao autor e depois à sua obra, com bastantes detalhes da vida do cartoonista e depois sobre as personagens que ele criou. O contexto social da época e como isto influenciou Hergé, assim como a paixão dele pelo jornalismo são também explicados e contextualizados na obra. Acredito que para algum aficionado o museu seja um pouco decepcionante já que não vai muito além de uma introdução à vida e obra do Hergé. A arquitectura do museu deixou-me logo entusiasmada, linhas modernas e simples deixam bem claro no exterior o propósito do edifício, com uma imagem do Tintim, que mesmo de costas é facilmente reconhecido e a assinatura de Hergé na fachada principal.
Eu só não percebi bem o porquê de o museu ser em Louvain-la-Neuve, um sítio um pouco remoto e sem mais nada de interessante. Hergé nasceu, foi criado e viveu toda a sua vida em Bruxelas e na minha opinião a capital belga seria o local mais óbvio para receber o museu. Não considero Bruxelas uma capital turística, e os turistas que recebe são turistas que escolhem a cidade mais por conveniência (tem uma localização no centro da Europa onde é fácil parar entre a visitas a outras cidades como Paris, Amesterdão, Londres e tem muita gente que tem que se deslocar a Bruxelas a trabalho e muitas vezes acabam por ficar um dia ou dois mais para conhecer a cidade), e o Museu Hergé em Bruxelas seria um ponto a mais para a cidade.
Para os interessados um guia rápido de como chegar a Louvain-la-Neuve e ao museu Hergé:
Saindo de Bruxelas à vários comboios para a cidade, mas apesar de apenas ser a cerca de 30kms a viagem dura cerca de uma hora. Cuidado na hora de comprar o bilhete não confundir Louvain-la-Neuve com Louvain. Ao chegar à estação é seguir as placas que tem por todo o lado como a mostrada aqui em baixo. Da estação ao museu é 5 minutos a pé.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Bruxelas - Praça de Luxemburgo

Porto Fino - Este é um restaurante italiano onde comi uma massa com frutos do mar que estava muito boa. Típico restaurante italiano, com uma ambiente agradável e comida saborosa.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Índia - A aventura começa muito antes da viagem
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sevilha
Patio San Eloy (Castelar 1, centro) Um lugar muito típico e único em Sevilha, apesar de ter várias mesas o que marca este restaurante e a escadaria ao fundo onde os clientes se sentam a comer. A variedade de "bocadilhos" é enorme e quase todos muito típicos da Andaluzia o difícil e mesmo escolher.










